sábado, 20 de agosto de 2011

2º DIA DE FESTIVAL


Primeiramente FODA-SE os erros de português, bom agora posso começar! Rs

No meu mero ponto de vista (é que eu tava de tapa olho), “xarope... xarope... xarope...” ops, iniciei pelo espetáculo errado, mas também o que falar de “As incríveis histórias de Joe em: coragem pra quem tem medo” tenho vários motivos para não comentar, 1º porque dormi, 2º não entendo bulhufas de teatro de bonecos, então prefiro não falar mais nada, vai que eu tenha um sonho igual ao boneco Joe e vem 3 carcamancos, se achando o lanterna verde pintado de azul e ficam me manipulando, to fora...Teatro escola levar ao palco é complicado, pois para ser teatro escola tem que ter conceitos, e o que mais tinha nesse espetáculo era conceitos educacionais, então isso não me agrada, não sou contra o sistema, mas acho legal transmitir meu pensamento indo contra ele, tipo Rubinho Barrichelo tentando chegar em primeiro... mas a noite teve mais espetáculo “xarope... xarope... xarope...” “Meire Love” foi assim, tem coisas que acho que só acontece em festival, não é swing o mente suja, é a troca de cultura e informações que conseguimos ter em poucos momentos, e visões tão diferentes da que julgamos certa... como se eu tivesse alguma visão para julgar alguém, para chegar nesse nível me falta um diploma de direito... primeira coisa, vai tumá no cú, colocar funk de inicio é sensacional, ué qual é o problema, sou funkeiro mermo. Nesse clima começou uma aula da realidade de Fortaleza, ao som do funk e das bixinhas, que só faziam bixices, mas que no fundo eram, “4” crianças brincando e sonhando, afinal, quem falo que prostituição é só tristeza sem sonhos?! Se alguém souber quem falo, manda ele tomar no cú!
Apesar de minha intenção ser brincar nos post, dessa vez não vou brincar não, vou falar algo acontecer que foi muito sério pra mim. Na plateia tinha uma pessoa muito especial (ele não veio da APAE) era o motorista de uma das vans que nunca tinha ido ao teatro na vida, um cara adulto de grande pança que nunca foi ao teatro, e foi ver “Meire Love”, ele não gostou da peça, pois não entendeu nada dela, isso me intrigou bastante eu tinha intendido o sentido dela (não vou falar o sentido dela pois acho que o Brasil inteiro deve ver ela) mas foda-se eu entendi, e o motorista não, isso me fez pensar, será que acabou o fazer teatro para o público, será que sou um dos últimos? Coisa de festival de teatro, cada vez mais espetáculos de teatro para teatreiros, caguei pra isso, foda-se quem faz teatro, porque ele só vai criticar o espetáculo para menosprezar ou algo do gênero, se ofendeu? É a VERDADE dói.
Porém no mesmo instante que ele falava que não entendeu a peça (voltei a falar do motora), que não gostou, ele me pediu ingresso para assistir todas as peças que podia, se possível... ai sim, ai eu ví o grupo bagaceira entrar em ação, apesar de não ter sido positivo a observação do motorista, algo despertou nele, algo mágico, algo que só quem vai ao teatro sabe, e que os atores, ou os que se dizem atores, se colocam a tentar derrubar a arte do outro. O artista é isso, provoca na plateia o desgosto, o gosto, o profano, a pureza, mas acima de tudo, provoca a vontade de ir ao teatro outra vez! Parabéns Grupo Bagaceira de Teatro, por fazer mais um pensar em frequentar os teatros.


Beijos no coração de todos, aqui se despede de mais um post, um mero merda... ops... artista.

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Marcos Rodrigues O ESTAGIÁRIO...

Me falaram que essa vida é um estágio, por isso sou o estagiário!

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